UNCONVENTIONAL CHIC
por Ignácio de Loyola Brandão
Ser, não parecendo ser.
Ser naturalmente, por nascença.
Mais do que chique, Unconventional Chic.
Ser chique, mas desafiar convenções, regras, etiquetas.
Ele, ao desprezar o estabelecido, cria um novo conceito, descobre uma nova essência.
Como Fellini fez em Oito e Meio.
Ou a música de John Cage, a escultura de Giacometti,
a dança de Pina Bausch. Chic, Unconventional.
É aquele/aquela tão despojado, tão low profile, que captura todos os olhares.
É o autêntico, o que se libertou das amarras, o que age solto, desinibido,
é o que, otimista, flexibiliza a tradição, elimina seus contornos duros.
É o que transforma os gestos e atos cotidianos
em leveza, elegância, sofisticação.
O Unconventional Chic ignora os códigos
e paradoxalmente, de forma audaciosa, cria outros,
como o de não parecer ser, sendo.
E de não deixar perceber que é, sendo.