Evolução Francesa é selo de curadoria da LACOSTE que evidencia
o que há de fresh em moda, música e arte no eixo cultural França-Brasil.
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    Retrospectiva 2010:
    Looks de Streetstyle

    Por , do Lacoste Evolução Francesa

    É fato: o ano passou voando. Na tentativa de desacelerar o ritmo e relembrar alguns dos posts mais bacanas que rolaram por aqui durante 2010, resolvemos fazer uma retrospectiva de looks de stylehunter. Nossos colaboradores – RIOetc no Rio, Ameixa Japonesa em BH, Pri Muniz em Salvador, Alisson Louback em São Paulo e Rêve de ...
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  • 25
    dez 2010

    Música, Salvador

    “A Bahia é a terra da música”

    Por , do Lacoste Evolução Francesa


    Contrariando a lei da física, um grupo de músicos baianos resolveu provar que dois bateristas podem, sim, ocupar o mesmo lugar no espaço. O nome disso é “clone drum”, mas o resultado final pode ser chamado de Vendo 147.

    A ideia veio importada da Suíça: numa espécie de bateria siamesa, em que um mesmo bumbo é tocado por duas pessoas ao mesmo tempo - no caso, Glauco Neves e Dimmy "O Demolidor" Drummer. Ainda completam a banda os guitarristas Pedro Itan e Duardo Costa e pelo baixista Caio Parish. “Toda idéia surgiu depois que o Glauco compôs uma série de músicas e as registrou em uma página da web, em 2005. Em 2009 ele se reuniu com outros dois músicos que já tinham feito algumas apresentações dessas canções. A partir daí, resolveram transformar o projeto em uma banda de verdade”, conta Dimmy. O nome acabou vindo depois, quando um amigo da banda anunciou a venda de seu Fiat 147.

    Com um som instrumental feroz e elaborado, a Vendo 147 já roda o Brasil divulgando seu EP, disponível para download free no MySpace. Enquanto isso, a banda também está concluindo a gravação do primeiro álbum, um disco conceitual que se chamará “Godofredo”.

    Nesta entrevista, o baterista Dimmy fala em nome da banda sobre o “clone drum”, o papel da internet nos novos rumos da indústria fonográfica e ainda avalia como está a cena musical baiana - “Bahia é a terra da música”, revela.
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  • 07
    dez 2010

    Arte, Moda, Salvador

    UM POUCO
    DE TUTI

    Por , do Lacoste Evolução Francesa


    Da mesma forma que nossos artistas passaram uma temporada em um atelier no Rio de Janeiro para criarem suas obras para a Héritage, o artista plástico e performer baiano Tuti Minervino também cria agora sua própria residência artística. No formato de um atelier aberto para visitação pública, “De Tuti um Pouco” está aberto à visitação nas salas da Galeria dos Arcos, no Museu de Arte Moderna da Bahia. O projeto, que venceu o Prêmio Funarte de Estímulo à Criação Artística em Artes Visuais 2010, fica em cartaz até o dia 13 de janeiro.

    Desde sua primeira expo, improvisada na garagem da casa de um vizinho no bairro do Tororó, o artista já soma 10 anos de carreira, recém-comemorados com a individual “Tuti Va Bene”, na Galeria ACBEU. Conhecido por suas produções ready-made – o que significa o uso de um objeto industrializado, deslocado do seu uso original para o contexto artístico –, Tuti diz não ter muitas referências sobre o conceito real de sua arte. “Eu uso mesmo muito mais a emoção do que a razão para criar. Eu faço arte com as coisas que estão ao meu redor, com objetos aleatórios. Me inspiro muito em filmes, música e cotidiano, o centro da cidade, etc”, explicou ao jornal A Tarde.

    Já insider da cena underground baiana, Tuti também é capaz de utilizar a si mesmo como um veículo de sua arte. Acostumado a andar fantasiado pelas ruas de Salvador, o artista não nega sua relação com a moda. O que ele faz caso ninguém comente seu looks excêntricos? “Eu penso logo em voltar para casa e mudar de roupa”, revelou.
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  • 27
    nov 2010

    Arte, Salvador

    Nostalgia
    baiana

    Por , do Lacoste Evolução Francesa


    Cenas clássicas como esta do longa "Mares Violentos", lançado em 1955, fazem lotar o Cine-teatro da Barra, em Salvador, como se fosse a última estreia hollywoodiana. O sobrado cor-de-rosa da Rua Marquês de Caravelas tem uma rotina diferente de qualquer outro cinema da capital baiana. “Procuramos resgatar os de maior sucesso, clássicos que não se encontram mais em locadora ou que merecem ser revistos numa tela grande”, explicou à Revista Muito o dramaturgo Roberto Luiz de Assis. Inaugurado em 2001, o cinema oferece uma estrutura com camarins, salas de aula para cursos artsy e uma galeria de arte com exposições temporárias.

    Mesmo com ções em DVD, o teatro é um refúgio para aqueles que não querem se render ao circuito de filmes comerciais e dividem sua paixão pela nostalgia cinematográfica. O melhor exemplo disso é o próprio dono, que diz não ter lucro algum com o projeto – “é por amor mesmo”, revelou.
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  • 18
    nov 2010

    Belo Horizonte, Música

    BH:: A terra dos festivais eletro

    Por , do Lacoste Evolução Francesa

    O Eletronika já faz mais do que parte da cena musical mineira: desde 1999, o festival leva a Belo Horizonte o que há de mais fresh no circuito eletrônico da cidade, do Brasil e do mundo. A novidade é que, desta vez, o evento acontece em collab com o arte.mov, festival de arte em mídias móveis, como celulares, câmeras digitais e GPS. Com a apresentação de uma instalação comum, o Espaço 104, os festivais unem forças para criar uma plataforma cultural focada na vanguarda da arte eletrônica.

    A abertura, somente para convidados, rolou ontem à noite com POWEr, com a performance dos canadenses Alexandre Burton e Julien Roy, do estúdio Artificiel. Porém, é a partir de hoje que os festivais dão a largada para a programação que inclui shows, mostras, exposições, debates e oficinas. Gratuitas e abertas ao público, atividades se concentram em cinco pontos da cidade: Espaço 104, Praça da Estação, Biblioteca Pública Estadual, Praça da Liberdade e Teatro Alterosa.
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