Evolução Francesa é selo de curadoria da LACOSTE que evidencia
o que há de fresh em moda, música e arte no eixo cultural França-Brasil.

Sarah Oliveira

Por

Sarah Oliveira

"Quando eu me vejo na TV, sei que sou exactamente o que estou vendo ali, sem fazer nenhum personagem."

foto por Bob Wolfenson

Sarah Oliveira

"Não acredito em ídolos. Acredito em pessoas que me inspiram."

foto por Bob Wolfenson

Sarah Oliveira

"Gosto muito de coisas confortáveis, mas não abro mão de usar salto alto."

foto por Bob Wolfenson


Sarah Oliveira sempre teve a arte correndo pelas veias: quando tinha apenas três anos, começou a fazer balé e não parou mais. A dança a levou até a Royal Academy of Dance, em Londres, onde morou até decidir voltar ao Brasil para se dedicar a comunicação. Hoje, Sarah apresenta o programa Viva Voz, no GNT, e comanda todas as etapas do programa.

O Unconventional Chic acompanhou Sarah durante toda a sua vida, tendo a classe do balé sempre ao seu lado e, ao mesmo tempo, não abrindo mão de estar confortável e despojada no dia-a-dia.

Quais são as pessoas que te inspiram?
Adoro isso de inspirar, porque eu não acredito em ídolo. Acredito em pessoas que me inspiram. Tenho dois irmãos que me inspiram muito. Um é o Henrique César, artista da Galeria Vermelho, que tem um trabalho com escombros e sombras. Ele faz um trabalho dilacerador e nada óbvio. Meu outro irmão, Esmir Filho, é cineasta e tem uma sensibilidade muito grande para falar sobre angústia e alegria. Outra pessoa que me inspira muito é a Frida Kahlo e a relação que ela tinha com a dor física e emocional.

Essas pessoas tem uma linguagem artística que eu admiro muito. Na TV, quem me inspira é a Astrid Fontenelle e o Serginho Groisman, apresentadores que passam valores ao telespectador.

Por que você inspira as pessoas?
Eu acredito que eu inspiro uma verdade. Quando eu me vejo na TV, sei que sou exatamente o que estou vendo ali, sem fazer nenhum personagem. Acho que isso vem muito do meu jeito e também da MTV, que foi uma escola para mim.

Como você define o seu estilo?
Gosto muito de coisas confortáveis, mas não abro mão de usar salto alto. E também gosto muito de usar cores.

O que é Unconventional Chic para você?
Gosto muito de usar ombro de fora e agora também estou me acostumando a usar blusa dentro da calça. Acho que isso traz muita feminilidade e alonga o corpo, E acho que é uma boa forma de ser chic. Acho que o balé clássico, que eu pratico desde os 3 anos de idade, também tem muito a ver com isso.

Como a França te inspira?
Já viajei muito pela França, desde a capital, passando pelo interior e indo até o litoral. Mas o que eu gosto mesmo é de Paris! Adoro o metrô e toda a parte subterrânea da cidade, que faz um contraponto muito interessante com todo o ar chic.

O que você traria da França para o Brasil?
Traria o Musée D’orsay e todas as obras impressionistas que estão lá. E o Centre Pompidou, que eu adoro porque é muito rock’n’roll! Também traria croissants, vinho, música – principalmente de Edith Piaf – e língua francesa, que eu adoro.

O que você levaria do Brasil para a França?
Acho que a malemolência do povo brasileiro com a rigidez dos franceses chegaria a uma mistura muito boa.

<< Voltar


Comentários

Leave a Reply

<< Voltar