Evolução Francesa é selo de curadoria da LACOSTE que evidencia
o que há de fresh em moda, música e arte no eixo cultural França-Brasil.

Mayana Moura

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Mayana Moura

"Muitas pessoas me rotulam de 'moderna' ou 'ousada'. Para mim, moderno é o Zombie Boy!"

foto por Ludovic Carème

Mayana Moura

"Gostaria muito de poder inspirar a autenticidade das pessoas."

foto por Ludovic Carème

Mayana Moura

"Gosto muito de combinar o lixo com uma peça chiquérrima. Tenho muita mania de reaproveitar algumas peças."

foto por Ludovic Carème


Descoberta como modelo aos 17 anos, Mayana Moura não se contentou com a vida das passarelas: apaixonada por cultura pop, com o passar dos anos ela foi cantora – quando formou a banda O.M.I., em Los Angeles – e atriz, quando viveu uma estilista na novela Passione. Hoje, ela se prepara para lançar seu primeiro disco solo e dois filmes dirigidos por Mauro Lima.

Sempre chamando atenção pela beleza e estilo, Mayana é conhecida por ter um estilo mais ousado, mas não gosta do rótulo. Na hora de se vestir, ela gosta mesmo de reaproveitar peças e criar acessórios a partir de diferentes objetivos – e, de um jeito ou de outro, sempre aparece com um estilo incrível.

Quais pessoas te inspiram?
Sem dúvida meus amigos, que são pessoas fantásticas. Meu pai também me inspirou muito com o jeito cowboy dele. E Marilyn Manson, tanto é que gravei um cover dele para o meu disco.

Por que você inspira as pessoas?
Gostaria muito de poder inspirar a autenticidade das pessoas. Na verdade, sou contra qualquer tipo de bullying. Acho que as pessoas têm que se vestir e ser da maneira que quiserem.

Como a França te inspira?
De forma geral, os franceses são muito preocupados com a cultura e com o estilo. Por isso, uma das coisas que aprendi com eles foi a elegância.

O que inspira o seu estilo?
É engraçado, porque muitas vezes as pessoas me rotulam de “moderna” ou “ousada”. Para mim, moderno é o Zombie Boy! Vejo o jeito que eu me visto como algo muito normal. Costumo definir o meu estilo como livre. Tem dias que me visto mais neutra e chic, às vezes arrisco um pouco mais, mas sempre saio de casa respeitando o meu humor.

O que é Unconventional Chic para você?
Gosto muito dessa mistura, combinar o lixo com uma peça chiquérrima. Tenho muito a mania de reaproveitar algumas peças, como as correntes que encontrei em uma garrafa de uísque e resolvi transformar em um colar. Recentemente também resolvi pintar uma jaqueta de couro bege com esmalte vermelho. Levou muito tempo para ficar pronta, mas gostei muito do resultado!

O que há de Unconventional Chic na sua casa?
Assim como refaço roupas, também gosto de restaurar móveis antigos, ao mesmo tempo que outros deixo rasgados mesmo. Adoro esse efeito.

Quem te inspira a ser Unconventional Chic?
Sem dúvida, o meu pai. Ele era cowboy, fazendeiro do interior. O próprio Clint Eastwood! Fico imaginando o que as pessoas falariam se ele aparecesse hoje no Rio de Janeiro…

O que você levaria do Brasil para a França?
O bom humor.

O que você traria da França para o Brasil?
A eficiência.

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