Evolução Francesa é selo de curadoria da LACOSTE que evidencia
o que há de fresh em moda, música e arte no eixo cultural França-Brasil.
01
out 2010

Arte, Curitiba, Lacoste, Moda, Música

Héritage colore Curitiba

Postado por , do Lacoste Evolução Francesa

Lá de cima, o grande olho do Museu Oscar Niemeyer não piscou por um segundo. Ele viu quando, em pouco tempo, nossos convidados recepcionados por Marcus Contin começaram a se juntar à atmosfera de cores, sons, luzes e obras do Evolução Francesa. Estava sendo criada mais uma edição de Héritage. E mesmo pra quem já tinha visto tudo quase pronto poucas horas antes, a surpresa não foi menor. “Apesar de ter visto as fotos da exposição em BH e de ter acompanhado o making of durante a semana, é muito incrível ver agora tudo montado e observar de perto cada detalhe”, disse Karla Gironda. Ao lado dela, Jaque Carvalho completava o duo Rêve de Mode e emendou: “o mais incrível é ver que o público que está aqui representa a cena de moda, música e arte de Curitiba. São as pessoas que fazem acontecer”.

André Azevedo, outro anfitrião da noite, recebeu os convidados ao lado de suas obras. “Fizemos algumas adaptações, mas o resultado ficou bem como eu imaginei na época do atelier no Rio”, disse o artista curitibano enquanto os DJs Hands Up ferviam a pista. Tudo acontecia ao mesmo tempo. “Imaginei que a festa seria separada da exposição. Fiquei surpreso quando vi essa mistura bacana”, disse André Sakr, insider responsável por trazer várias bandas francesas a Curitiba.


Para Albert Murta e Elisson Silva, o Evolução Francesa representa com sucesso o projeto da própria dupla, o INAIDINDIA, que reúne artistas, designers, críticos, produtores e empresários em torno da possibilidade da cisão arte-design. “É isso o que nós incentivamos aqui na cidade, essa valorização da concepção artística. Mas sem interferência, respeitando a obra do artista”, defendeu Albert.


Colaborador do blog As Rúbricas, Christiano Kubris estava fotografando os looks mais cool da noite, mas não encontrou nosso croc só nas roupas. “Deu pra sentir a Lacoste nas obras”, concluiu ele, elegendo a instalação de Carol Bertier como sua preferida.


Para a estudante de arte Julie Pereira, o que chamou a atenção foi a curadoria da exposição, assinada por Daniel Ueda e pela Colette: “a exposição está objetiva, fácil de entender. É assim que deve ser”.


“DJ Peter’s Crocodile Method Box Set”, de Peter Boesch

“Cabeça Oca, Compromisso com um Belo Horizonte”, de Carol Bertier




Silvia Henz e Christiano Kubis, do blog As Rúbricas
“Sem Título”, Rodrigo Borges
Jaque Carvalho e Mariana de Luca


“DJ Peter’s Crocodile Method Box Set”, de Peter Boesch


A noite acabou tarde e o olho de Niemeyer finalmente pode se fechar. Mas a evolução não para: a próxima edição da Héritage será dia 20, em Salvador.


Fotos © Fernanda Oliveira

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