
Um trabalho bom pode (e deve!) falar por si só. Se ele for despretensioso, melhor ainda. Ele foge das amarras do chamado “hype”, não precisa arrancar assobios com o uso de fórceps e é genuinamente interessante, bem feito e atrelado a realidade do artista.
É partindo desse pressuposto da boa arte, que o clã da Famiglia Baglione reúne o melhor do ofício em 6 artistas: Alexandre Cruz (Sesper), Flávio Samelo, Herbert Baglione, Thaís Beltrame, Walter Nomura (Tinho) e um dos nossos evolucionistas, o Felipe Yung (Flip).
Rodando o mundo e fazendo dele o lugar mais bonito de se viver, o grupo já importou talento para diversas cidades do Brasil e do mundo, e hoje podem contar com um enriquecido campo de trabalho nacional, onde a sua arte, por mais inusitada que possa parecer, é respeitada e, sobretudo, admirada.

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