Evolução Francesa é selo de curadoria da LACOSTE que evidencia
o que há de fresh em moda, música e arte no eixo cultural França-Brasil.
  • 20
    jan 2011

    Arte, França, Rio de Janeiro

    My French Film

    Por , do Lacoste Evolução Francesa

    Levando em conta as dificuldades de acesso do cinema francês às salas brasileiras e a transformação das tendências de consumo cultural, a uniFrance Film International resolveu criar uma mostra cinematográfica online. Até o dia 29, My French Film Festival exibe gratuitamente em dez idiomas longas e curtas produzidos por uma nova safra de diretores franceses, como Frédéric Mermoud, Pierre Trividic e Axelle Ropert. O festival, inteiramente desmaterializado, permite que pessoas comuns votem a favor de seu filme preferido. O evento também selecionou cinéfilos de todo o mundo para compor um júri oficial, que conta com a participação do brasileiro Luiz Carlos Merten, do Estado de São Paulo. No fim, os filmes vencedores serão apresentados a bordo dos aviões Air France a partir do dia 1º de abril.

    No Rio, a Caixa Cultural também exibe até o dia 30 a Mostra XXI de Filmes Franceses. Com curadoria assinada por Alexandre Guerreiro, o evento propõe uma revisão do cinema francês com filmes realizados entre 2001 e 2010. Além de 21 longas reconhecidos pela crítica e pelo público, a programação também inclui curtas de pouca circulação, como "Além do Azul do Céu" e "A Dançarina de Ébano".
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  • 13
    jan 2011

    Música, Rio de Janeiro

    “A hora é agora”,
    diz João Brasil

    Por , do Lacoste Evolução Francesa


    João Brasil começou cedo. Com apenas 12 anos, já era habitué em quase todos os festivais de colégios da Zona Sul do Rio de Janeiro. Cinco anos mais tarde, montou a manda Boi Zebu, que fez shows memoráveis no Bar Empório, em Ipanema. Depois foi morar em Boston para estudar música na renomada Berklee College of Music e recentemente concluiu seu mestrado em Londres. No fim, sua vida tem sido um mashup tão inusitado quanto aqueles que costuma tocar nas pistas e em seu blog “365 Mashups”, projeto em que produziu um remix por dia em 2010. O maior de todos ficou reservado para o último dia do ano: João produziu a faixa "5th Batucada", resultado entre a mistura da 5ª sinfonia de Beethoven com a batucada do projeto Dalailata, que serviu de trilha sonora para a queima de fogos de Copacabana.

    Apesar de morar em Londres, João representa o Brasil aonde quer que vá - e não é só no nome. Em seus shows, carrega uma bandeira verde e amarela para o palco e não economiza em playlists nacionais. Nesta entrevista exclusiva para o Evolução Francesa, o músico revela o porquê de tanta brasilidade: “eu acho que estamos passando por uma fase muito criativa e rica culturalmente. O Brasil vai ser moda como nunca foi antes no mundo. Estamos com a faca e o queijo na mão, só depende de nós globalizarmos ainda mais nossa cultura. A hora é agora”.
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  • 06
    jan 2011

    Arte, Moda, Rio de Janeiro

    A HAUTE COUTURE
    BRASILEIRA

    Por , do Lacoste Evolução Francesa


    Como se não bastassem o Fashion Business e o Fashion Rio, a temporada de moda carioca promete causar ainda mais frisson com uma expo inédita sobre a primeira maison de alta costura do país. Em cartaz a partir da próxima segunda-feira no Arte Sesc, a mostra traz fotografias, documentos, arquivos multimídia, objetos de acervos particulares e de museus que contam a história da Casa Canadá, considerada o ponto de partida da moda brasileira. Reunidos pelo curador Danniel Rangel, esses materiais fazem registro da  criação da maison, nos anos 40, passando pelo seu apogeu nos anos 50, até o seu declínio, em meados dos anos 60.
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  • 31
    dez 2010

    Arte, Belo Horizonte, Curitiba, Lacoste, Moda, Música, Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo

    Au revoir,
    2010!

    Por , do Lacoste Evolução Francesa

    Não tem mais volta: daqui a poucas horas, 2011 chega. Mas nem por isso 2010 será passado. Mesmo que esteja se despedindo, o sentimento é de que esse ano que passou vai ficar vivo pra sempre.

    Afinal, foi o ano em que resolvemos juntar 8 artistas, brasileiros e franceses, em um atelier no Rio - artistas que aliás sequer se conheciam. E o resultado foi a história de René Lacoste traduzida em uma experiência única: Héritage. Experiência que pudemos compartilhar com todos vocês em passagens especiais pelas capitais do projeto: em BH no Museu da Pampulha, em Curitiba no MON, em Salvador no Yatch Clube da Bahia e, pra fechar o circuito, em São Paulo apresentando no MuBE os trabalhos criados.

    Foi também o ano em que decidimos percorrer o país atrás do jeito brasileiro de vestir Lacoste. Além disso, saímos à procura de tudo que há de mais fresh em moda, música e arte no eixo Brasil-França. E será que conseguimos?

    Graças a um time seletíssimo de artistas, collabs e curadores, não só conseguimos, como apuramos ainda mais a Evolução.

    Com a palavra, nossos artistas.

    Merci a todos vocês.

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  • 14
    dez 2010

    Arte, Moda, Rio de Janeiro

    A energia criativa
    de Draco

    Por , do Lacoste Evolução Francesa

    Nascido no interior do Rio de Janeiro, Draco virou ilustrador quase que sem querer. “Comecei copiando os desenhos que o meu irmão fazia, mas nunca tive a pretensão de ser ilustrador. Achei que os meus desenhos iriam acabar seguindo na minha vida mais como um hobby”, conta. Mas ele estava enganado: em pouco tempo, se mudou para a Cidade Maravilhosa e começou a trabalhar em agências digitais. Em seguida, foi em busca de um tipo de criação mais livre e começou a criar ilustrações para sites como Camiseteria, Threadless e LaFraise, tendo mais de 60 estampas produzidas. “Essa minha relação com a moda é muito mais um passatempo e por isso eu acho que acaba trazendo mais qualidade para a minha arte”, reflete.

    Dono de um estilo único, Draco trabalha com técnicas e traços diferentes a cada nova criação, usando como inspiração o cotidiano ao seu redor. Segundo ele, tudo acaba servindo como matéria-prima para o seu trabalho. Mesmo assim, é categórico ao falar da criatividade carioca: “eu acho que o Rio de Janeiro está perdendo um pouco de sua energia artística. Temos esse lado muito boêmio que daria para servir como combustível, mas acho que de alguma forma isso está se perdendo um pouco”, critica.

    Para ele, ao contrário, o que não falta é energia criativa. Na tentativa de transformar esse cenário, o artista planeja um projeto paralelo com amigos. “Estamos querendo montar um estúdio de ilustração para fazer um trabalho mais conceitual, relacionando o meu trabalho com graffiti e interatividade”, revela.
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