Posts com a Tag ‘Restô-bar’

L’Arc Paris

quinta-feira, 4 de março de 2010

Quem estiver por Paris e quiser se arriscar uma noite swank-on-the-town, pode se jogar sem medo pro L’Arc Paris Restaurant-Bar & Club. Inaugurado há poucos meses, o hotspot já conjuga o best of da noite française.

De frente para o icônico Arco do Triunfo, o antes L’Etoile Nightclub ganhou upgrade décor pela Prospect Design: um mix da arquitetura histórica com pitadas deluxe de iluminação néon e mobiliários de couro. Nas paredes, improváveis retratos de celebs do hip hop americano dos anos 1990 – e o que seria mais avant-garde que isso?

Talvez só mesmo os menus sazonais, feitos à base do improviso do chef Antony Germani, o mesmo do L’Atelier de Joël Robuchon.

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Chef Iñaki Aizpitarte

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Ele abriu as portas de seu Le Chateaubriand dando boas-vindas à desconstruções, espumas e molhos que se tornariam os mais desejados do 11º arrondissement parisienne. Francês de origem basca, o chef Iñaki Aizpitarte foi um dos primeiros embaixadores bistronômicos – alternativa econômica para a haute cuisine –, o que lhe rendeu o título de enfant terrible da neo-gastronomia.

Agora, Iñaki Aizpitarte é convidado especial do Hors Pistes 2010, evento audiovisual que rola até o próximo domingo no Centre Pompidou, oferecendo um audacioso menu pautado em filmes.

Kube Hotel

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Quem passa pelo pitoresco quartier de Montmartre talvez nunca suspeite do côté high-tech que se esconde por trás de uma das fachadas mais clássicas da cidade-luz.

Com décor über-cool, duas salas artsy e um restô especializado em finger food, o Kube Hotel tem seu savoir-faire num ice bar dos mais deluxe. É lá que uma seleta turma euro-glam se aquece com performances de hypados DJs e coquetéis feitos à base de vodca.

*UPDATE: essa dica também está no O PEQUI, blog de Rico Gaioso, nosso editor em 2009. Dividido em artigos (aqui e aqui), o Guia de Paris “dá a liga do crème de la crème da capital, saindo de bandinha do circuitão turístico e abrindo espaço para o seu lado mais contemporâneo e urbano”. Rico, que acaba de voltar da cidade-luz, conta tudo isso de um jeito despido de trivialidade e romance, o que sem dúvida faz valer a visita.

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Le resto comme a la maison

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Esqueça os restôs über-badalados: o novo must-go parisienne é um lugar onde você pode jogar ping-pong, assistir um filme ou saborear uma taça de champagne na varanda.

Aberto há apenas um ano no Marais, o Derrière se manteve apenas aos seletos pelos seis primeiros meses. Depois, quando abriu ao público em geral, já tinha virado hotspot, daqueles com mesas disputadas até mesmo pelos mais its.

A décor cool e cheia de humor faz com que o restaurante mais pareça uma casa, vibe high-low que foi acabar parando também nas receitas do chef Lionel Delage. O cardápio inclui opções como berinjelas cozidas com gaspacho e salada de minialcachofras com cebolas brancas e geléia de pimenta.

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Fashion Gourmet

sábado, 6 de fevereiro de 2010

No timing em que Paris vive um respiro entre a semana de haute couture e a de prêt-à-porter, o crítico gastronômico François Simon lista os hotspots queridinhos dos fashionistas.

Hôtel Costes – É caro e a cozinha não tem nada de extraordinaire, mas todos estão lá.

Kai – Um japa superfashion e leve, que cabe bem às modelos.

Le Flore – A capacidade de aglutinação dos irmãos Coste impressona e isso justifica o fato de ninguém ir até lá para comer.

Mathis – Restô comandado por Gérard Nanty, com celebs por todos os cantos.

La Société – Acabou virando um anexo do Le Flore. Se um está lotado, todos correm para o outro.

Caviar Kaspia – Por causa da vodka e das batatas cozidas acompanhadas de ovos e salmão.

Ferdi – Num lugar onde todo mundo conhece todo mundo, é possível encontrar nomes seletos do high fashionista.

Dave – Palco do último romance de Jean Jacques Schuhl, o cardápio traz pratos asiáticos leves.

La Fidelité – Novo it-placer, vale a pena pela decoração.

Ze Kitchen Galerie

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Se existe um lugar na cidade-luz em que a gastronomia encontra a arte, esse lugar é o Ze Kitchen Galerie. Hotspot dos parisiennes mais cools, o restô é comandado por Wiliam Ledeuil, eleito o chef do ano na última edição do guia Gault Millau. Ledeuil diz usar a sua “alma de criança” para compor um cardápio que está sempre mudando, buscando o melhor da fusion food em frutos do mar com especiarias orientais.

A cada ano, artistas escolhidos a dedo são convidados a dar diferentes tons às paredes do lugar.  Os nomes da vez? Jacques Bosser, Thibaut de Reimpré, Léopold Gest, Daniel Humair, Tony Soulié e Alain Clément.

Seguindo essa mesma vibe artsy, o chef inaugurou o já hypado KGBKitchen Galerie Bis, que também fica na rue des Grands Augustins.

Ah! O nome do restô é mesmo o que parece: a little joke com a pronúncia francesa da palavra “the”.

Restô Germain, em Paris

terça-feira, 27 de outubro de 2009

UnknownGermain é o restaurante parisiense que tem roubado as atenções no 6º distrito da cidade. O lugar foi armado no espaço revitalizado do número 25-27 da rua Buci. Quem assina é o arquiteto iraniano radicado em Paris, India Mahdavi, quem deu vida a este estabelecimento curioso de três andares.

O que tira o fôlego, sem sombra de dúvidas, é uma escultura amarela gigante de uma mulher de casaco e salto alto. Cada parte dela ocupa um espaço do Germain. A de baixo afina a décor do café no 1º andar, enquanto a parte de cima atravessa o andar de cima no teto do lounge na área VIP.

A escultura é uma peça da trilogia que o multi-artista Xavier Veilhan desenhou de sua amiga Sophie para uma exposição na Galeria Emmanuel Perrotin em 2006, em Miami.

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Jean & Marou no Skye

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

sssssLevamos o nosso it couple para almoçar em um dos lugares mais icônicos de São Paulo. A vista é inconfundível: Do terraço do Hotel Unique, o bar-restô Skye tira o fôlego de qualquer um, seja através da comida de comer de joelhos, dos drinks feitos quase que sob medida ou do skyline urbano da cidade.

Largados no deck, a sensação de cidade grande, vento-ventania, que acaba dando sensação de miudeza. De altura, coisa daquelas que lá em Paris não vem que não tem. Aliás, tem. Mas… sabe como é, né?, parisiense comme il faut só conhece a Torre de longe, en passant.

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