Evolução Francesa é o selo de curadoria da LACOSTE que evidencia o que há de fresh em moda, música e arte no eixo cultural França-Brasil.
Confira também a experiência de criação da expo Héritage, onde artistas dos dois países traduziram a herança da LACOSTE em um atelier no Rio de Janeiro.

Postado por Maria Fernanda Vieira, do Lacoste Evolução Francesa | Arte, Belo Horizonte, Curitiba, França, Lacoste, Moda, Música, Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo

Nas duas semanas que nossos artistas ficaram no atelier do Rio criando suas obras croc, o que não faltou foram sorrisos e muita, muita inspiração. Para compartilhar com vocês toda essa vibração, preparamos um making of dessa experiência artsy, ao som de Seychelles - "Para Sigur Rós: Seremos Nós". Enjoy!


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Postado por Jaqueline Carvalho e Karla Gironda, do Rêve de Mode | Arte, Curitiba

Uma parede e vários pincéis acompanhados de latas e latas de tinta podem ser alvo fatal para muita criatividade e ideias mirabolantes. Principalmente quando se trata de um coletivo que reúne mais de 90 colaboradores (designers, ilustradores, artistas plásticos, videomakers, DJs, estilistas e fotógrafos) de todo o país. É assim que funciona o Mucha Tinta, projeto idealizado pela designer curitibana Giusy de Luca. Apesar de ser datado de 2008, o pontapé inicial surgiu em 2007, quando Márcia “Maçã” e Giusy tiveram a ideia de dar ares domésticos, e kitsch ao mesmo tempo, a um bar recém-alugado - o Kitinete. Para que isso acontecesse, um pequeno grupo de artistas foi convidado para colorir dentro e fora do local. Entretanto, o nome surgiu apenas um ano depois, durante uma conversa no MSN com a designer Camila Vieira. Nessa época, Curitiba iria receber dois designers argentinos, Pablo e Seba. E nada mais natural do que realizar uma festa com um cunho mais artístico. Foi aí que surgiu a primeira “Paint Party” curitibana, que reúne arte, música, bebida e confraternização.  Quem entrou com o local foram os sócios Marcos Cardoso e Rafael Trucker. Ao todo foram cinco edições realizadas no La Lupe, o que era para ficar apenas na fachada, invadiu as paredes internas do bar. Quem quisesse participar bastava entrar em contato com a Giusy e apresentar uma proposta de desenho, além do local pretendido, ou então, no caso de não ser ilustrador, falar sobre como gostaria de participar, se captando imagens, discotecando ou expondo roupas. Entre uma pincelada e outra, artistas de renome e novatos inspiraram um clima de troca e reciprocidade. “Acreditamos muito no talento das pessoas que trabalham conosco, e damos liberdade para que eles incluam o diferencial deles nos desenhos”, conta Giusy. Além de ser “mãe” do Mucha Tinta, assina, ainda, a direção de arte. Dessa forma o projeto ganhou vida e novas dimensões, se estendeu para outras paredes além bares.
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Postado por Maria Fernanda Vieira, do Lacoste Evolução Francesa | Arte, França

É esse o título que Alëxone Dizac escolheu para sua segunda expo individual na Galerie LJ, no centro de Paris. Com obras em papel, tela e tecido, além de fotos e instalações interativas em 3D, T’as Le Look Croco mostra a maturidade que o artista alcançou nesses últimos anos, desde que começou seus graffitis pelas ruas parisienses. Tudo isso, com aquele "olhar croc" que a gente super curte! Via The Hype BR
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Postado por Maria Fernanda Vieira, do Lacoste Evolução Francesa | Arte, Belo Horizonte, França, Lacoste, Moda, Música, Rio de Janeiro

Durante a experiência no atelier em Santa Tereza, os  artistas revelaram alguns sentimentos e informações sobre sua arte. Veja a entrevista com Rodrigo Borges, artista de BH que é mestre em Belas Artes e também se formou Arquitetura. Além de artista, hoje Rodrigo é professor de desenho da Escola de Belas Artes da UFMG. No atelier, Rodrigo desenvolveu um trabalho com fitas adesivas que são ícone da sua arte. Confira a entrevista completa após o jump.


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Postado por Alisson Louback, (São Paulo) | Lacoste, Moda, Música, Streetstyle, São Paulo

O nome de seu segundo disco, "Vagarosa", é tão autobiográfico que fica difícil separá-la de sua música. Foi exatamente por isso que a escolhi para este meu post inaugural. Primeiro porque o que tem me encantado no trabalho das pessoas que admiro é essa 'cara de si' que elas estampam naquilo que fazem, tendo no trabalho a expressão de si mesmo, de forma fiel, sincera e simples; que não se trai, não se afasta, mas aproxima o artista de sua obra, de si. Nos aproxima. Sinto isso com os dois discos da Céu. Não sou crítico musical, mas percebo muito claramente essa proximidade dela com suas músicas. Parece não existir um papel ou uma personagem a ser interpretada no momento do show. É ela, e só ela, ali cantando. É o resultado das coisas que a inspiram e emocionam. O que ela consome, como arte, se torna o que ela produz, sem artificialismos. Canta-se aquilo que é, de tão puro se faz lindo. Segundo porque o que me encanta não é só o modo como ela canta, como estampa essa cara de si, mas também a 'cara' que ela tem. Vou explicar do início: em 2005 ela lançou o primeiro disco, 'Céu', no Brasil. Na sequência, o disco foi lançado na França, Holanda, Canadá, Estados Unidos e Japão. Começaram os shows e turnês pelo Brasil e Europa, indicações ao Grammy, destaques na Billboard, só elogios da crítica e convites e mais convites para shows pelo mundo inteiro. A partir daí o caminho mais comum seria se dedicar totalmente ao trabalho e abraçar todas as oportunidades que aparecessem pela frente sem pestanejar. Então ela mostra a sua cara. No auge do primeiro disco, se planejando para produzir o segundo, ela decide ser mãe, indo na contramão da urgência e mostrando sua face vagarosa na maneira como desenvolve o seu trabalho. Suas prioridades mudam. Grávida e depois com a filha pequena, os tempos longe de casa não podiam mais ser tão longos, nem os shows tão tardes, nem as viagens tão distantes. Um freio, um declínio no trabalho? Nada disso. Com a Rosa no colo, ela gravou e lançou o segundo disco, participou do Coachella 2010(!), está fazendo um monte de shows por aqui e em julho parte pra mais uma turnê pela Europa.
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Postado por Maria Fernanda Vieira, do Lacoste Evolução Francesa | França, Música

Foi em 2005 que esses dois franceses se juntaram para formar um par. Poucos meses depois, se juntaram para gravar seu primeiro EP, que foi enviado à lendária loja de discos londrina Rough Trade Shop. Desde então, o duo se mudou definitivamente para Londres e lançou, no início do mês passado, seu segundo álbum. Fazendo um twist entre o indie o pop, com referências como Joy Division e The Velvet Underground, John & Jehn não se cansam em virar referência trendy com seu blog e de criar canções melódicas, sempre inspiradas nas diferenças culturais entre a França e a Inglaterra. Produzido pelo selo independente Naïve, "Time For The Devil" foi lançado com o videoclipe aperitivo que você vê depois do jump.
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Postado por Maria Fernanda Vieira, do Lacoste Evolução Francesa | Arte, França

Ela usa o codinome Mademoiselle Maurice para sonhar criações das mais ricas em pintura, fotografia, arte digital e até décors efêmeras. Ela é Marie Saudin, uma francesa que agora mistura aquarela com nanquim para criar uma série de telas que questionam sobre os direitos humanos, guerra e violência. Depois de desenhar retratos de indigentes afegãos, a artista costurou suas bocas com linhas de lã, deixando o seu silêncio de protesto.


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Postado por Bruna Miranda, Mônica de Paula e Cynthia Araújo, do Ameixa Japonesa | Arte, Belo Horizonte

Até dia 30 de maio, quem for de BH (ou passar por aqui!) poderá conferir Solo, exposição da artista plástica Raquel Schembri, no Palácio das Artes. Formada em Artes Plásticas pela Escola Guignard (UEMG) e pós-graduada em Design de Moda pela FUMEC,  Raquel já levou seu trabalho para feiras de arte como a Scope New York e a SP-Arte. Desde 2004, desenvolve pinturas na cidade, apropriando-se de espaços abandonados ou em demolição para transformá-los em suportes para seus murais.


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Postado por Maria Fernanda Vieira, do Lacoste Evolução Francesa | Arte, Belo Horizonte, Curitiba, França, Lacoste, Moda, Música, Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo

Depois de muito trabalho mesclado com doses de divertimento, está criada a exposição LACOSTE. E é com um gostinho de saudade que a gente se despede da primeira etapa do Evolução Francesa 2010. Com as obras prontas e felizes por suas criações, os artistas comemoram o encerramento do atelier.

Nesses 15 dias de convivência, eles tiveram um envolvimento que foi muito além de trabalho. ‘A gente se conhece há uma semana e já tá tipo uma família’, diz Rodrigo Borges. Entre partidas de ping-pong acirradas, muita música e imagem pra inspirar e trocas constantes de informação, os 8 artistas viveram momentos únicos dentro e fora do atelier.

Toda essa sinergia gerou uma exposição que traduz as raízes francesas da marca através da linguagem de pessoas envolvidas com o que existe de mais novo em arte, moda e música no Brasil e na França.

A partir de agora, a Evolução entra numa nova etapa. A expo criada no Rio será instalada nas outras 4 cidades do projeto (Belo Horizonte, Curitiba, Salvador e São Paulo). Sob o conceito de uma ‘ephemeral exhibition’, as mostras ocorrerão em eventos especiais de uma noite em cada cidade que prometem inspirar e divertir os convidados. Será numa vernissage que termina em festa que a LACOSTE exibirá as obras. Acompanhe aqui a Evolução e fique sabendo a data do evento na sua cidade. Mas antes, se delicie com fotos das criações dos evolucionistas.


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Postado por Regina Dabdab, (Paris) | Arte, França

Closerie é associada às muralhas e Falbala às curvas e movimentos. Daí o nome desta mega instalação de Jean Dubuffet, um passeio inusitado, a 40 minutos de Paris, em Périgny-sur-Yerres. Num lugar imenso de 1610m² ele instalou uma construção orgânica em concreto e resina branca toda decorada com suas figuras geométricas e abstratas, que causam mil leituras diferentes e uma sensação que tudo vive em movimento. Dubuffet construiu a Villa Falbala para abrigar o seu Cabinet Logologique, uma sala feita para meditar e filosofar, uma espécie de gruta esculpida em formas sinuosas, brancas com grafismos azuis, vermelhos e pretos. Além deste lugar abrigar grande parte de suas obras, do outro lado da gruta existe uma sala dedicada ao tableau animé Coucou Bazar de 1973 - espetáculo onde ele deu vida aos seus quadros, criando bonecos, figurinos, músicas e movimentos para suas cenas lúdicas. Foi incrível também ver o jardim de uma casa da vizinhança, com esculturas de César, Niki de Saint Phalle et Jeff Koons, depois descobri ser a casa do realizador destes trabalhos em resina para os artistas. Não é à toa que Dubuffet escolheu esse endereço.
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