
Idade, onde vive, o que faz? 36 anos, mas ainda não consegui me sentir muito nos trinta. Vivo em São Paulo, apenas dei uma escapada rápida na gélida Suécia. Invento, crio projeto e fico batendo em portas para vender idéias, produzo festas, brinco de DJ e dou consultoria de social media.
Não dá para começar de outra forma, qual teu signo? Gêmeos, que é o signo que melhor me define: sou várias e às vezes todas estão no mesmo lugar.
Huum, o que você tem amado, ultimamente? Criar, pois nunca achei que eu fosse uma pessoa criativa. Me delicio pensando em marcas que curto e buscando algo que poderia oferecer para elas. E claro, meu namorado, meus amigos, Radiohead e meus feeds, que sempre traz novas paixões para mim e compartilhar minhas idéias no meu blog.
Sites nos favoritos? Shiiiii…. pencas, mas o que eu não deixo de dar uma passada básica é o Desculpe a Poeira do Ricardo Lombardi, o Hype Machine, Techcrunch e o Motionographer.
O que tem tocado no seu iPod? Tenho ouvido The Xx e muito folk.
O que mais te atrai na Lacoste? Eu estou construindo ainda a imagem que tenho da marca e ela tem me surpreendido, mas sempre enxerguei a LACOSTE como uma marca clássica. Estou fascinada com a coleção Red, que tem um ar vintage & moderno ao mesmo tempo. Eu sempre pensei na LACOSTE como a marca das pólos e tinha uma imagem dela como uma marca mais masculina. Me enganei muito! Só de vestidos eu já tenho 5 que adquiri desde o início da Evolução Francesa.
Se você pudesse trazer algo da França para o Brasil, o que seria? Eu traria Paris, pode ser? Traria o Daft Punk, todos os queijos, os bistrôs, cafés e o Marais.
3 programas imperdíveis para quem visita sua cidade? Choque Cultural, o restaurante Mocotó e Pinacoteca (se der tempo tem que ir numa das minha festas).
Lê alguma publicação? Vogue, Dazed&Confused, iD, Nylon e Piauí são as impressas que mais leio, no mais eu leio blogs e jornais mundo afora, especialmente o The Guardian e o NYTimes.
E livro, tem lido? Voltei a ler recentemente e tenho engolido livros. O último foi “A elegância do Ouriço” e acabou de chegar na minha mesa minhas encomendas técnicas: The Bible of Social Media, Tribes e Socialnomics.
Qual foi o lugar mais interessante que você foi nos últimos 12 meses? Foi na casa da família do Ola, que é fincada numa pedra numa cidade minúscula chamada Ljungskile, na Suécia e de frente para uma ilha (e o mar imenso), além da Noruega, que eu não conhecia e a ilha Marstrand na Suécia também.
Último consumo? Uma escrivaninha estilo japonês maravilhosa e uma cadeira boa para o escritório de casa, além de um pedido enorme de maquiagens da Nyx.
Agridoce, hoje? Cerveja, porque é deliciosa, mas está prejudicando meu físico e o twitter, porque eu não consigo desconectar.
Válvula de escape? Deitar no sofá e assistir TV.
Não dá pra ficar sem? Internet e o namorado.
Viagem mais absurda e o por quê? Um carnaval muito distante na Praia do Pulso com os melhores amigos e uma cápsula do vento para ver qual era. Foram 15 horas no ar em que eu vi até um céu de caipirinha.
Se você fosse um personagem de um filme, quem seria? Pris do Blade Runner, não porque me identifico, mas porque marcou uma época para mim, tanto que na minha festa de 30 anos eu fui de Pris.
Lugar certo para um 1º encontro? O restaurante La Tartine.
Profissão ideal? As minhas.
Você tem um gadget favorito? meu iPod.
Qual sua cidade preferida no mundo e por quê? Berlim, porque é uma galeria de arte a céu aberto, mas não abro mão de São Paulo, Paris e NY.
Como se vê em 5 anos? Mais jovem e feliz.
Tem algum mantra? Não passar vontade e sempre fazer o bem (às vezes eu falho).
Mania? Roer unhas.
Odioso nesse momento? Roer unhas.
O que primeiramente perceberíamos em você numa primeira conversa? Que eu falo pelos cotovelos e estou sempre sonhando.
Você tem algum tipo de guru? Confesso que às vezes recorro a Susan Miller. A mulher é bruxa!
Voltar




Deixe um comentário
Voltar